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  3. Segundo a Intel, a nova tecnologia consegue aumentar em 50% o tempo de duração de uma carga em relação ao que era oferecido pelos processadores Ivy Bridge.

    Segundo o Vice-presidente do Grupo de Arquitetura da empresa, Rani Borkar, produtos em modo de espera podem ver incrementos de até 20 vezes no tempo que eles podem passar longe de uma tomada.

    O executivo afirma que isso em nada influência o desempenho dos produtos fabricados peça empresa, já que a economia se deve a um novo gerenciador de energia presente nos chips.

    Resta esperar que os primeiros produtos com a arquitetura Haswell cheguem ao mercado para verificar se as alegações da Intel correspondem à realidade.

    Caso elas se provem verdadeiras, investir na compra de um produto com a tecnologia deve se mostrar bastante vantajoso para quem costuma passar longos períodos longe de uma fonte elétrica.

     

  4. (via Boas Notícias - Já é possível imprimir em casa uma prótese de mão)

    Nasceu, em 2011, da necessidade e da solidariedade e já está a mudar vidas à volta do mundo sem custos e sem pedir nada em troca. O projeto Robohand, criado por um carpinteiro sul-africano que perdeu quatro dedos num acidente de trabalho, imprime ou ensina a imprimir, em casa, mãos robóticas feitas de plástico. 
     
    Foi quando Richard van As estava internado no hospital a recuperar do incidente que decidiu que iria criar para si próprio uma mão mecânica. Depois de se informar acerca das próteses existentes e das experiências atualmente a decorrer (que exigem montantes “exorbitantes”, lamenta), deu início a uma jornada que começou na sua garagem com peças que por ali encontrou e muitas idas a lojas de ferramentas.
     
    Ao longo de um ano desenvolveu vários protótipos e acabou por se cruzar, online, com um norte-americano, Ivan Owen, especialista em projeção de acessórios e bonecos robóticos, que veio a juntar-se ao projeto. Quando a iniciativa começou a ser divulgada, ambos conseguiram uma doação preciosa: duas impressoras 3D oferecidas pela marca Makerbot destinadas a ajudar na prototipagem.
     
    Graças ao novo equipamento, Richard conseguiu terminar a Robohand e a primeira prótese de mão em 3D foi impressa com sucesso na África do Sul. A produção custou, em média, 150 dólares (pouco mais de 115 euros), um preço muito acessível comparado com os de mercado.

    Segundo o criador desta mão robótica, esta solução foi pensada, inicialmente, para amputados, mas serve para todos os tipos de casos e tem ajudado, em particular, crianças com síndrome da banda amniótica, um problema que faz com que, no útero, partes do corpo do feto fiquem presos em fibras amnióticas, obrigando a amputações congénitas ou ao desenvolvimento limitado dos membros.

    A primeira prótese foi oferecida a um menino de cinco anos, Liam, de forma gratuita, e já ajudou outras crianças sul-africanas, que se dizem felizes porque adoram a nova mão que lhes dá a possibilidade “de lançar uma bola” e lhes vale os elogios dos amigos.
     

  5. (via Boas Notícias - Tecnologia pioneira permite ver interior dos corpos)

    Uma empresa brasileira de desenvolvimento de software de anatomia em 3D, a Biosphera, tem vindo a apostar em soluções que permitem conhecer os detalhes do corpo humano e de outros animais sem recorrer ao bisturi.

    por redação da ANDA

    Estes programas já são considerados, por alguns especialistas, como importantes ferramentas para utilizar nas aulas das escolas e faculdades, principalmente pela complexidade e qualidade dos produtos.

    Esta tecnologia funciona a favor da ética e dos direitos animais, uma vez que os programas servem como método substitutivo da experimentação animal e podem poupar a vida de milhares de animais dissecados por motivos didáticos.

    Na solução de Anatomia do Corpo Humano em 3D é possível observar um modelo masculino com todos os sistemas (muscular, vascular, entre outros), numa visualização através de camadas com diferentes combinações, além de revelar os nomes, as formas e a posição das estruturas.

    Entre as opções disponíveis, o utilizador pode isolar a musculatura do esqueleto, do sistema nervoso, reprodutor e respiratório. As imagens podem ser vistas de diferentes ângulos e graus de aproximação, com excelente resolução. O programa permite também conhecer o sistema reprodutor feminino.

     

  6. (via Boas Notícias - Jovem cria aparelho que carrega telemóvel em segundos)

    O longo tempo de espera para que a bateria do telemóvel carregue pode estar a chegar ao fim, graças à invenção de Eesha Khare, uma jovem indiana de 18 anos que criou um sistema capaz de carregar uma bateria em apenas 20 segundos.

    O aparelho consiste num supercapacitor muito pequeno e flexível, o que permite que seja integrado com facilidade no interior das baterias dos telemóveis.

    Este dispositivo tem uma elevada capacidade de armazenamento que permite carregar a bateria do telemóvel em segundos, funcionando como um carregador interno e independente.

    O dispositivo de Eesha Khare faz com que o telemóvel tenha mais tempo de autonomia além de reforçar a resistência das baterias convencionais.

    Ao contrário dos modelos que hoje conhecemos, que ao fim de cerca de mil ciclos de carregamentos começam a perder potência, este pequeno aparelho pode ser recarregado mais de 10 mil vezes, antes de começar a perder a sua eficácia.

    Invenção premiada pela Intel pode ser adaptada aos carros

    A invenção desta jovem residente na Califórnia (EUA) garantiu-lhe o prémio Intel Foundation Young Scientist Award, na semana passada, tendo sido distinguida pela sua capacidade de “reconhecer as necessidades cruciais de armazenar energia em dispositivos”.

    Segundo o site oficial da multinacional norte-americana Intel, promotora do concurso mundial “Intel International Science and Engineering Fair”, depois da “rápida adaptação aos aparelhos eletrónicos portáteis”, este dispositivo “também tem potencial para ser aplicado a baterias de carros”.

    Eesha Khare explicou ao jornal norte-americano NBC News que, por ser flexível, o dispositivo “pode ser usado numa grande variedade de aparelhos”.

    A jovem indiana está agora a testar as capacidades da sua invenção e espera poder incorporá-la noutros dispositivos portáteis e em outro tipo de materiais, como roupas e outros tecidos.

     

  7. (via Boas Notícias - Português quer acabar com desperdício de garrafas)

    O movimento Tara Recuperável, fundado há cerca de um ano pelo português Daniel Gomes, quer trazer para o nosso país um conceito que já é aplicado em mais de 10 países europeus onde as latas e as garrafas de bebidas (de vidro, plástico e metal) têm uma “tara recuperável” que permite aos consumidores devolver estes recipientes em troca de dinheiro.

    por Márcia Moço*
     
    Daniel Gomes conta ao Boas Notícias que a ideia do grupo surgiu depois de uma viagem à Alemanha, em 2011, onde conheceu os efeitos desta política de proteção ambiental. “Verifiquei que a maioria das embalagens de bebidas tinha tara recuperável. O resultado é que as ruas estão limpas, sem no entanto serem visíveis equipas de limpeza”, acrescenta.
     
    Se um valor monetário for atribuído às embalagens “estas deixam de ser consideradas lixo e passam a ter valor comercial, potenciando uma poupança” do ambiente mas também uma poupança do lado dos consumidores, dos produtores (que poupam dinheiro na aquisição das embalagens para as suas bebidas) e até das autarquias que poupam na recolha de lixo. 

    Apesar destas vantagens, Daniel Gomes defende que estas medidas devem ser introduzidas ao nível legislativo, já que esta política “não é rentável para os produtores de garrafas e latas” pelo que dificilmente será implementada, de forma voluntária, pelas empresas.
     
    Na Noruega, na Suécia e noutros países do norte da Europa, onde este sistema começou a ser implementado nos anos 80, o retorno de latas e garrafas já ultrapassa os 90 por cento. Em 2005, na Noruega, foram devolvidas 194 milhões de latas e 49 milhões de garrafas, o equivalente ao retorno de 37.189.320 euros em depósitos.
     
    Garrafas de vidro podem ser reutilizadas 50 vezes
     
    De acordo com o site Zero Waste Europe, que também quer promover as soluções de tara recuperável no espaço europeu, as garrafas de vidro podem ser lavadas e enchidas cerca de 50 vezes e as de plástico cerca de 15 vezes. As garrafas que não puderem ser reutilizadas, podem sempre ser recicladas para dar origem a novos produtos e materiais.

    Em Portugal, à exceção de algumas garrafas de cervejas, o custo das embalagens está integralmente incluído no preço final do produto “obrigando os consumidores a perderem o dinheiro que pagaram pelas garrafas”, diz Daniel.

    Isto faz com que a maior parte das embalagens de bebidas vá diretamente para o lixo ou para a reciclagem, onde em vez de serem reutilizadas são recicladas, o que traz mais custos.
     
    O membro do movimento “Tara Recuperável” acredita que, com a aplicação desta política ambiental, “as ações de limpeza levadas a cabo pelos cidadãos deixariam de ser exclusivamente baseadas num regime pouco eficaz de voluntariado e ganhariam um novo fôlego como uma atividade económica autossustentável”.

    Clique AQUI para visitar o site Tara Recuperável e AQUI para aceder à página do Facebook.
     

  8. (via Boas Notícias - Emergências: Novo paraquedas para deixar edifícios)

    Foi recentemente apresentado um novo paraquedas, o SOS Parachute, desenvolvido por um inventor do Panamá, que poderá vir a ser utilizado como hipótese de escape para pessoas presas em arranha-céus (em chamas, por exemplo) durante uma catástrofe. A solução já foi testada 13 vezes e em todas a fuga foi bem-sucedida.
     
    Este sistema foi criado por Morris Shahbazi, que começou a trabalhar no projeto em conjunto com a sua equipa há 12 anos depois dos atentados terroristas do World Trade Center, em 2001, ocasião em que as imagens de vítimas a saltarem desamparadas das janelas dos edifícios nova-iorquinos sem outra forma de escapar chocaram o mundo. 
     


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